HERANÇA DE UM LEGADO - CAPÍTULO II - PRESENTE E PASSADO
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HERANÇA DE UM LEGADO - CAPÍTULO II - PRESENTE E PASSADO
Séculos se passaram desde a batalha que selou o monstro no Scherderkrescht, e a família Scherder acabou, com o tempo e com o esqucimento, se tornando história... pois é, tempos de paz não criam heróis.
Meu pai é Hakken Scherder, era um simples mecânico da siderúrgica de Einbroch, e minha mãe trabalhava como cozinheira, na mesma fábrica, mas na época eles nem se conheciam, era cada um olhando para o seu próprio umbigo, cuidando do seu trabalho, como devia ser (E convenhamos, com tantos fiscais de produção rondando por aí, dava medo ousar fazer algo além do seu próprio trabalho). Naquele dia, meu pai tinha que entregar o relatório de produção ao Sr. Khappelthaine, o dono da fábrica, quando ele cruzou com a cozinheira no corredor, bateu com o cotovelo no panelão cheio de sopa e entornou tudo em si, toda aquela sopa quente acabou queimando ele um pouco, e destruiu completamente seu relatório. Os dois entraram em parafuso de tão desesperados, mas de alguma forma meio dificil de explicar, eles começaram a morrer de rir, e a gargalhada histérica chegou aos ouvidos do Sr. Khappelthaine... Acabaram sendo os dois despedidos naquele dia. Na porta da fábrica ele descobriu o nome da cozinheira: Aghnis Fharandel. Como os dois procuravam emprego juntos, acabaram se conhecendo muito bem, até se conhecerem melhor, acabaram se casando e acharam um emprego como operários de manutenção da ferrovia Einbroch-Einbech (Ferrovia Umboldt Khappelthaine), depois de certo tempo, essa união resultou num filho: Arschen Scherder-Fharandel.
A vida andava meio complicada na ferrovia, recebia-se pouco para trabalhar muito, então todo dia se tornava uma luta, e toda noite um tormento, pois morávamos(Isso mesmo, eu disse MoràvaMOS, porque, nãos sei se perceberam, o Arschen sou EU) num barraco perto da ferrovia, como o trem passava de madrugada, era muito dificil até dormir.
Com o tempo acabei crescendo, e minha única função era ir á escola (Em Einbroch, as crianças eram proibidas de trabalhar, e o ensino público era obrigatório, e com 10 anos não havia muito o que fazer em uma cidade industrial que não estudar), naquele fatídico dia, fomos em uma excursão de campo para as minas de Einbech, acompanhados pelo senhor Gröhen Bradock, um poderoso ferreiro, que livrou o nosso caminho dos monstros que lá existiam. No segundo andar, ele ia nos mostrar uma carapaça vazia de um RSX, para aprendermos sobre seu mecanismo, olhei ao meu redor e percebi um buraco bem fundo, cercado por uma corda isolante, para que ninguém lá entrasse, na época eu era muito inconsequente e acabei indo dar uma olhada, quando acabei tropeçando e caí no buraco.
Acabei caindo em um monte de feno, o que foi uma tremenda sorte, mas não tinha muito o que fazer naquele buraco escuro, então fui logo trazendo o meu graveto de fogo (AKA fósforo), peguei um pouco de palha e acendi para ver com o que eu estava lidando, até que comecei a ouvir o ar se deslocar, além do crepitar do fogo, que se movia com o vento, até que o fogo começasse a revelar olhos vermelhos a minha frente, e atrás, à esquerda e direita, eu estava completamente cercado. Comecei a me debater enquanto as criaturas pulavam em cima de mim, e fui as derrubando uma a uma, até chegar em um ponto que haviam me encurralado contra a parede; sem lugar pra ir, gritei por socorro histericamente, quando ao meus pés uma luz começou a sair de um fragmento de metal fincado no chão, os monstros olhavam assustados para o artefato, e corriam paa longe. Peguei o pedaço de metal do chão, o que estranhamente me deu muito conforto, logo lembrei que guardava uma asa de borboleta na mochila, para emergências, eu só pensava no que aquilo tudo deveria significar, enquanto esmagava a asa e voltava para a escola, onde minha classe nem havia sentido minha falta, e estavam e aula. Olhando pela janela da sala, mal acreditei que havia passado por tudo aquilo, só queria voltar pra casa, e foi o que eu fiz.
No caminho de casa, eu olhava para o pedaço de metal, que tinha um padrão de desenho do qual eu me recordava bem, de um velho livro que tinhamos em casa, mas que ninguem havia aberto, mesmo assim, ninguem jogou fora, por ser um "Artefato familiar". Chegando em casa, corri para a entante no quarto dos meus pais e peguei o livro na minha mão, estranhamente o lacre e o pedaço de metal eram da mesma forma, então eu tentei encaixar para ver se combinava mesmo. Ao encaixar a peça, um feixe de luz emanou do emblema, e subiu aos céus, ao mesmo tempo em que a tranca saía do lugar, eu abri o livro, mas ele era falso, dentro dele havia uma velha adaga... não me admira que o livro era tão pesado. Retirei a adaga do livro, e embaixo dela havia uma inscrição, com os dizeres: "O verdadeiro Scherder conhece seu legado. O legado é um fardo, mas torna a viagem mais fácil; o legado é uma fraqueza, mas o torna mais forte; seu legado tormenta sua mente, mas o esclarece. O verdadeiro Scherder tem seu legado inscrito em seu sangue, o conhece e o aceita, o protege e o confia sua vida, nele acredita e tem fé. O verdadeiro Scherder,protege o legado, assim como o legado protegeu o Primerio Portador. E por fim, o legado é mais que tudo isso, uma vez que seu poder abençoa o mundo todo.".
Ler isso me despertou, como se de repente uma criança adquirisse um esclarecimento digno dos melhores mestres, aquilo despertou minha curiosidade, querendo ou não eu sabia que aquilo tinha algo a ver com meu destino, só não sabia como.
Fim do capítulo 2
Blitz~*
Meu pai é Hakken Scherder, era um simples mecânico da siderúrgica de Einbroch, e minha mãe trabalhava como cozinheira, na mesma fábrica, mas na época eles nem se conheciam, era cada um olhando para o seu próprio umbigo, cuidando do seu trabalho, como devia ser (E convenhamos, com tantos fiscais de produção rondando por aí, dava medo ousar fazer algo além do seu próprio trabalho). Naquele dia, meu pai tinha que entregar o relatório de produção ao Sr. Khappelthaine, o dono da fábrica, quando ele cruzou com a cozinheira no corredor, bateu com o cotovelo no panelão cheio de sopa e entornou tudo em si, toda aquela sopa quente acabou queimando ele um pouco, e destruiu completamente seu relatório. Os dois entraram em parafuso de tão desesperados, mas de alguma forma meio dificil de explicar, eles começaram a morrer de rir, e a gargalhada histérica chegou aos ouvidos do Sr. Khappelthaine... Acabaram sendo os dois despedidos naquele dia. Na porta da fábrica ele descobriu o nome da cozinheira: Aghnis Fharandel. Como os dois procuravam emprego juntos, acabaram se conhecendo muito bem, até se conhecerem melhor, acabaram se casando e acharam um emprego como operários de manutenção da ferrovia Einbroch-Einbech (Ferrovia Umboldt Khappelthaine), depois de certo tempo, essa união resultou num filho: Arschen Scherder-Fharandel.
A vida andava meio complicada na ferrovia, recebia-se pouco para trabalhar muito, então todo dia se tornava uma luta, e toda noite um tormento, pois morávamos(Isso mesmo, eu disse MoràvaMOS, porque, nãos sei se perceberam, o Arschen sou EU) num barraco perto da ferrovia, como o trem passava de madrugada, era muito dificil até dormir.
Com o tempo acabei crescendo, e minha única função era ir á escola (Em Einbroch, as crianças eram proibidas de trabalhar, e o ensino público era obrigatório, e com 10 anos não havia muito o que fazer em uma cidade industrial que não estudar), naquele fatídico dia, fomos em uma excursão de campo para as minas de Einbech, acompanhados pelo senhor Gröhen Bradock, um poderoso ferreiro, que livrou o nosso caminho dos monstros que lá existiam. No segundo andar, ele ia nos mostrar uma carapaça vazia de um RSX, para aprendermos sobre seu mecanismo, olhei ao meu redor e percebi um buraco bem fundo, cercado por uma corda isolante, para que ninguém lá entrasse, na época eu era muito inconsequente e acabei indo dar uma olhada, quando acabei tropeçando e caí no buraco.
Acabei caindo em um monte de feno, o que foi uma tremenda sorte, mas não tinha muito o que fazer naquele buraco escuro, então fui logo trazendo o meu graveto de fogo (AKA fósforo), peguei um pouco de palha e acendi para ver com o que eu estava lidando, até que comecei a ouvir o ar se deslocar, além do crepitar do fogo, que se movia com o vento, até que o fogo começasse a revelar olhos vermelhos a minha frente, e atrás, à esquerda e direita, eu estava completamente cercado. Comecei a me debater enquanto as criaturas pulavam em cima de mim, e fui as derrubando uma a uma, até chegar em um ponto que haviam me encurralado contra a parede; sem lugar pra ir, gritei por socorro histericamente, quando ao meus pés uma luz começou a sair de um fragmento de metal fincado no chão, os monstros olhavam assustados para o artefato, e corriam paa longe. Peguei o pedaço de metal do chão, o que estranhamente me deu muito conforto, logo lembrei que guardava uma asa de borboleta na mochila, para emergências, eu só pensava no que aquilo tudo deveria significar, enquanto esmagava a asa e voltava para a escola, onde minha classe nem havia sentido minha falta, e estavam e aula. Olhando pela janela da sala, mal acreditei que havia passado por tudo aquilo, só queria voltar pra casa, e foi o que eu fiz.
No caminho de casa, eu olhava para o pedaço de metal, que tinha um padrão de desenho do qual eu me recordava bem, de um velho livro que tinhamos em casa, mas que ninguem havia aberto, mesmo assim, ninguem jogou fora, por ser um "Artefato familiar". Chegando em casa, corri para a entante no quarto dos meus pais e peguei o livro na minha mão, estranhamente o lacre e o pedaço de metal eram da mesma forma, então eu tentei encaixar para ver se combinava mesmo. Ao encaixar a peça, um feixe de luz emanou do emblema, e subiu aos céus, ao mesmo tempo em que a tranca saía do lugar, eu abri o livro, mas ele era falso, dentro dele havia uma velha adaga... não me admira que o livro era tão pesado. Retirei a adaga do livro, e embaixo dela havia uma inscrição, com os dizeres: "O verdadeiro Scherder conhece seu legado. O legado é um fardo, mas torna a viagem mais fácil; o legado é uma fraqueza, mas o torna mais forte; seu legado tormenta sua mente, mas o esclarece. O verdadeiro Scherder tem seu legado inscrito em seu sangue, o conhece e o aceita, o protege e o confia sua vida, nele acredita e tem fé. O verdadeiro Scherder,protege o legado, assim como o legado protegeu o Primerio Portador. E por fim, o legado é mais que tudo isso, uma vez que seu poder abençoa o mundo todo.".
Ler isso me despertou, como se de repente uma criança adquirisse um esclarecimento digno dos melhores mestres, aquilo despertou minha curiosidade, querendo ou não eu sabia que aquilo tinha algo a ver com meu destino, só não sabia como.
Fim do capítulo 2
Blitz~*
Re: HERANÇA DE UM LEGADO - CAPÍTULO II - PRESENTE E PASSADO
Tá ficando legal... só to precisando de um dicionário de alemão. 
El Elyon- 1° Classe Transclasse

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Re: HERANÇA DE UM LEGADO - CAPÍTULO II - PRESENTE E PASSADO
Tudo em alemão é só nome, então não esquenta^^
Blitz~*(Scherderkrescht é só um... scherderkrescht)
Blitz~*(Scherderkrescht é só um... scherderkrescht)
Re: HERANÇA DE UM LEGADO - CAPÍTULO II - PRESENTE E PASSADO
Em breve:
Capítulo III: Últimos Conselhos
Aguardem
Blitz~*(Que provavelmente vai escrever td as 3 da manhã, como sempre faz)
Capítulo III: Últimos Conselhos
Aguardem
Blitz~*(Que provavelmente vai escrever td as 3 da manhã, como sempre faz)
Ô IMAGINAÇÃO FÉRTIL ^^
KCT GU, eu conheço outra história sua...
, mas isso não vem ao caso hehe. Agora entendo pq vc é assim.. Mas... isso passa, não se preocupe, é só dar uma boa chinelada na cachorra 

* GOOF * - MESTRE 85/52 ^^ Spirit/AzOO0ooo00oOOra!!11
(Se n fosse eu o tio n teria atualizado¬¬)

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